Terça-feira, Novembro 18, 2008

José Campos e Sousa e Em Canto, 22.11.2008

Porreiro pá


Em seis anos, o Norte de Portugal enfrentou mais de 60 casos de reestruturação de empresas que motivaram despedimentos em massa. Dados da Eurofound sugerem a destruição de mais de 17 500 postos de trabalho, sobretudo no sector têxtil. Os autores admitem que existam mais casos
O Norte de Portugal é a segunda região europeia com mais situações de despedimento em massa. Com 60 casos, a região surge em segundo lugar num 'ranking' elaborado pela Fundação Europeia para a Melhoria das Condições de Vida e de Trabalho (Eurofound), que analisa o período entre 2002 e 2007. Dados solicitados pelo DN aos autores do relatório revelam que as falências, reestruturações internas e deslocalizações consideradas ameaçaram, neste período, 17 556 postos de trabalho.

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Encapuzados roubaram Correios de Ceira



Quatro indivíduos encapuzados e de óculos escuros assaltaram ontem à mão armada a estação de Correios de Ceira, em Coimbra.
O roubo ocorreu às 11h10, tendo os indivíduos ameaçado com uma arma de fogo a funcionária dos Correios, obrigando-a a abrir um cofre e levando uma quantia indeterminada em dinheiro.
A GNR disse desconhecer o calibre e tipo de arma utilizada pelos assaltantes que fugiram num automóvel, Fiat Punto. Carro que abandonariam nas imediações para fugirem noutro, desta vez um Rover.
De acordo com a assessoria de Imprensa dos Correios, uma funcionária e uma cliente tiveram de receber assistência hospitalar, a primeira por entrar em stress e ansiedade e a cliente por se sentir indisposta.
Segundo o presidente da Junta de Freguesia de Ceira, o assalto de ontem não foi o primeiro efectuado aos correios locais, recordando-se de outro, «há relativamente pouco tempo».
José Vicente lamentou igualmente a onda de assaltos registada recentemente na freguesia, alguns em pleno dia. Recordou, a propósito, os roubos às bombas de gasolina da Alves Bandeira e à Escola 2+3 de Ceira.
Os Correios de Ceira ficam localizados em frente às instalações da Casa do Povo e da Junta de Freguesia.
Segundo uma funcionária da autarquia, foi tudo muito rápido. Tudo indica que haveria um quinto elemento a aguardar os restantes na viatura.
Na sequência do assalto a estação encerrou ao público, devendo reabrir hoje.
A GNR, PSP, Brigada de Trânsito encetaram de imediato buscas mas ontem à noite ainda não tinham, segundo o que foi possível apurar, detectado a viatura. Por envolver armas de fogo, o crime está a ser investigado pela Judiciária.

FONTE

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Segunda-feira, Novembro 17, 2008

I Encontro de Blogues Nacionalistas


É já no dia 29 que se realiza o Encontro.
Os serviços de informações do Alma Pátria tiveram conhecimento que muitos blogueres estão a pensar comparecer.
Até agora as confirmações são muito poucas.
Solicito a todos que por email me informem sobre o numero de acompanhantes, para que eu possa informar o restaurante, pois fiquei do o fazer três dias antes de sábado.
Por email enviarei então o ponto de encontro e informações de como chegar a Cantanhede.

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1º de Dezembro de 2008

Encontro Nacional de Escolas em Luta

Está em preparação um Encontro Nacional de Escolas em Luta ,a realizar no dia 6 de Dezembro , em local e hora a designar.

Esta deliberação saiu da manifestação de Professores realizada ontem, 15 de Novembro, e que ultrapassou todas as expectativas.

Pretendemos que em cada escola sejam escolhidos dois representantes para estarem presentes nesse Encontro Nacional.

O tempo é curto, temos de começar a trabalhar já amanhã!

Os movimentos de professores estarão totalmente empenhados nessa dinâmica e solicitam a ajuda de todos aqueles que na blogosfera e nas escolas, se têm destacado neste processo de luta.

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Domingo, Novembro 16, 2008

Alemanha: Islamização


Este sábado foi eleito um novo líder do partido os Verdes: Cem Özdemir o primeiro turco a ocupar esse cargo num partido alemão, digamos assim um “Barack Obama” da Alemanha. Num país com 2,4 milhões de pessoas de origem ou nacionalidade turca, esta eleição constitui um grande marco histórico. Porém não se deve ignorar o facto de muitos turcos se terem naturalizado , daí poderem dar voto a Özdemir, sem os quais muito provavelmente não teria chegado onde chegou. Os Verdes, nomeadamente o político Christian Ströbele, já tinham exigido anteriormente um feriado muçulmano na Alemanha . Em contrapartida defendem a abolição de um feriado cristão e a sua substituição pelo muçulmano como sinal de consideração pelos muçulmanos que vivem na Alemanha. Isto duas semanas depois do assassinato do realizador holandês Theo van Gogh por um muçulmano radical. Agora com um líder turco é que este projecto fan(t)á(s)tico deve seguir em frente…

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Charles Maurras


Charles Maurras (20 de Abril de 1868 - 16 de Novembro de 1952) foi jornalista, dirigente e principal fundador do jornal Action Française.

Charles Maurras, o grande doutrinador francês
Tradução e selecção de Alexandre A. Pinto Coelho do Amaral (In Mensagem, n.º 8, págs. 7/8, 15.12.1947)


Uma análise objectiva do pensamento do grande escritor da Action Française, revela, indubitavelmente, que as suas ideias representam no terreno político-ideológico, uma superação do positivismo tal como ele era entendido no último quartel do século XIX. O apelo à experiência sensível que constitui a realidade toda e que o espírito reproduz por meio de luz científicas, é substituído em Maurras pelo apelo à inteligência hierarquizadora e ordenadora, que descobre através da história as realidades criadoras, as realidades valiosas e perenes. Quer dizer; o racionalismo passa a superar o experimentalismo.
Em face desta posição inicial devem ser analisadas as doutrinas do Mestre. O combate à liberdade-liberal é inspirado, na essência, pela contradição que esta encerra em si: por um lado afirmando-se contra qualquer norma; por outro afirmando-se a si própria como norma. A apologia do nacionalismo, numa finíssima intuição dialéctica das relações entre indivíduo e Estado: «o homem chama-se sociedade» e por isso «todo o perigo social encerra um perigo para o indivíduo». A forma actual e corrente de sociedade é a Nação. Ou seja demonstrada a insubsistência da pura vontade autónoma, não parte Maurras para a supremacia de qualquer ser externo e opressivo, antes e justamente concebe como o ‘substractum’ próprio do homem a sua integração no todo social.

Junto da razão, porém, descobre o autor de «Les Amants de Venise», um elemento diverso e oposto: é o sentimento. O sentimento deve subordinar-se à razão, sem dúvida, mas não é a ela redutível, nem ambos podem unir-se em qualquer síntese superior (o paganismo de Maurras, segundo ele próprio o confessa, consiste na aceitação das dualidades antinómicas). Daí a separação, por vezes exposta em termos ambíguos e paradoxais, entre a moral e política. A primeira situa-se na ordem subjectiva, a segunda na ordem objectiva e intelectual. Na construção perfeita das coisas «a moral» torna-se «uma política suprema», pela interiorização na consciência das verdades sociais; mas tal interiorização reclama — uma crença, uma religião, e daí a aceitação pragmática da Igreja católica cuja ideia de Deus ao contrário da protestante, não constitui um perigo para a sociedade.

Em tudo isto se revela a grandeza e a fraqueza de Maurras: o vigor rigoroso e subtil da sua crítica, a sua ausência trágica duma metafísica que mostrasse a razão e o sentimento numa harmonia recíproca, que a ambos alicerçasse, numa sólida concepção do Mundo e que desse plenitude sistemática às suas construções políticas. Metafísica essa que só poderia ser um vasto e compreensivo Idealismo objectivo «da linha Aristóteles-S.Tomás-Hegel».

Tais são os princípios que inspiraram o subtil crítico do «Romantisme Féminin». À sua luz concluiu ele pela Monarquia tradicional (ditador e rei) e pelo classicismo, contra a República e contra o Romantismo. Foram estas atitudes, defendidas com uma energia a toda a prova, que o celebrizaram, criando-lhe os mais entusiásticos admiradores e os mais rancorosos inimigos.

Toda a sua vida serviu sem tibieza à França e ao Rei desde os longínquos artigos da «Gazete de France» até às polémicas continuadas de «l’Action Française». Abandonado e reprovado por aqueles a quem mais directamente servia a sua acção, Maurras nunca soube desanimar ou recuar. Até ao fim ele combateu os cúmplices do Kremlin, os provocadores da guerra, os falsos ‘aliados’, os que arrastaram a sua Pátria à catástrofe, até ao fim sem uma hesitação, sem um gesto de temor.

Hoje, o inimigo acérrimo e injusto da Alemanha, jaz num cárcere como traidor, enquanto os quatro estados confederados — judeu, mação, protestante e meteco — de novo tripudiam na pátria de S. Luís e Joana d’Arc; hoje as multidões esquecidas não recordam mais os mártires do 6 de Fevereiro, nem os de Oran e Mers-el-Kibir, e alanceadas pelo medo aglomeram-se, timidamente, em volta dum dos responsáveis pelo regresso da Democracia a terras de França. Sim, hoje jaz no cárcere Charles Maurras!

Mas não serão as vinganças rancorosas, nem as calúnias grosseiras, nem os uivos de insaciáveis ódios que conseguirão apagar do firamento da inteligência o brilho da sua admirável obra, nem da recordação de todos nós e a lição inexcedível e o exemplo sem par da sua acção e da sua vida.



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Politique d`abord

Quando dizemos politique d`abord, dizemos: a política primeiro, primeiro na ordem do tempo, de modo algum na ordem da dignidade. É o mesmo que dizer que a estrada deve ser tomada antes de se chegar ao ponto terminal; a flecha e o arco devem ser pegados antes de se ferir o alvo; o meio de acção precederá o centro do destino.


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Em política, a nossa mestra é a experiência.

A Monarquia

A necessidade da Monarquia demonstra-se como um teorema. Uma vez posta em postulado a vontade de conservar a nossa pátria francesa, tudo se encadeia, tudo se deduz num movimento inelutável.

A fantasia, a escolha, não têm aí cobrimento: se resolvestes ser patriotas, sereis obrigatoriamente monárquicos. Mas, se sois assim conduzidos à Monarquia, não tendes a liberdade de obliquar para o liberalismo, o democratismo ou os seus sucedâneos. A razão assim o quer. É preciso segui-la e ir até onde ela conduz.

O menor mal, a possibilidade do bem

Não sendo charlatães da Monarquia, como há charlatães da Democracia, nós nunca ensinámos que a Monarquia afasta, apenas pela sua presença, os males com que a guerra civil ou a guerra estrangeira, as epidemias físicas ou as pestes morais podem ameaçar as nações. O que dizemos é que, em países que são constituídos como a França, a Monarquia hereditária reúne não as melhores, mas as únicas condições de defesa contra estes flagelos. A Monarquia não é incapaz de erros, mas está melhor armada que qualquer outro poder para lhes fazer face, se prevenir, e em caso de desgraça regressar à verdade procedendo às reparações necessárias. Que uma brusca evolução económica se imponha, pode a Monarquia presidir a ela, senão sempre com felicidade, ao menos com um mínimo de desgastes. Se tomados por um ciclone, como a história os viu por vezes desencadearem-se, se tenta alguma revolução brutal, a passagem é menos rude, a subversão menos completa, quando ele se produz sob um chefe, sob um príncipe cuja sucessão, estando de antemão regulada, excluirá todo o conflito de competidores. Assim, em Monarquia, os interesses superiores, os mais vastos, os mais graves, estão situados numa atmosfera bastante elevada e bastante serena para que seja de esperar que o furacão chegue até lá. Se, apesar de tudo, ele lá chegar, então, tanto pior! O género humano no máximo da sua miséria sempre terá gozado do máximo de garantias possíveis. Nessa desgraça imensa, o mal seria mais frequente, mais completo e mais doloroso se o poder supremo estivesse colocado mais baixo.

Mesmo decaída, desmoralizada, desvairada, a Monarquia implica, ela mesma, o sentimento, e deixa após ela a noção duma responsabilidade, duma memória, duma previsão, tudo coisas de que os Parlamentos democráticos são desprovidos.

A Monarquia real confere à política as vantagens da personalidade humana: consciência, memória, razão, vontade; o regime republicano dissolve os seus desígnios e os seus actos numa colectividade sem nome, sem honra nem humanidade. Por isso, como a Monarquia representa naturalmente a capacidade do maior bem e do menor mal, a República representa a personalidade permanente do pior mal, do menor bem. Quanto aos elementos do mal e do bem, isso são dados que dependem das circunstâncias e dos homens: nenhum regime cria homens nem as suas circunstâncias intelectuais e morais.


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Sim, a República é o mal, sim o mal inevitável em República. E o que nós dizemos da Monarquia é que ela é a passibilidade do bem. O bem público, impossível em República; mesmo numa Monarquia que se afaste do seu fim, o mal público permanece muito menos nocivo que em república, pois está sempre sujeito a acabar, com o mau ministro ou o mau rei, e o mal republicano, sendo inerente à República, só com ela poderá terminar.


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Para a maior parte dos homens do séc. XIX, e hoje ainda absolutismo é sinónimo de despotismo, de poder caprichoso e ilimitado.

É absolutamente inexacto: poder absoluto significa exactamente poder independente; a monarquia francesa era absoluta uma vez que não dependia de nenhuma outra autoridade, nem imperial, nem parlamentar, nem popular: mas nem por isso ela deixava de ser limitada, temperada por uma multidão de instituições sociais e políticas hereditárias ou corporativas, cujos poderes próprios a impediam de sair do seu domínio e da sua função. O seu direito confinava com uma multidão de direitos que a sustinham e equilibravam. A antiga França estava eriçada de liberdades.


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É preciso regressar a um regime que restabeleça a distinção entre Governo, encarregado de governar, e a Representação encarregada de representar.


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A República tem a necessidade de se impor às consciências, uma vez que repousa sobre as vantagens. Ela tem necessidade do entusiasmo dos seus súbditos, que são os eleitores a que, nominalmente, constitucionalmente, têm nas suas mãos o seu destino.

Ao contrário, a Monarquia existe pela sua própria força suâ mole stat. Não tem necessidade de consultar a cada instante um pretenso soberano eleitor. Basta-lhe, em suma, ser tolerada, suportada, e no entanto ela tem sempre mais e melhor, precisamente porque o seu princípio não a obriga a importunar as pessoas, a ei-las a intimar constantemente a acharem-na bela.

A República é uma religião. A Monarquia é uma família. Esta de nada mais necessita do que a achem aceitável. Aquela exige que sigamos os seus ritos, os seus dogmas, os seus sacerdotes, os seus partidos.

O Rei

Corruptível enquanto homem, o Rei tem como Rei uma vantagem imediata e sensível em não ser corrompido: a sua regra de sensibilidade é de se mostrar insensível a tudo o que não afecte senão o particular, o seu género de interesse é o de ser naturalmente desprendido dos interesses que, abaixo dele, solicitam todos os outros: este interesse é o de se tornar independente.

O Rei pode-o desfazer, pode-o esquecer. Ponhamos as coisas no pior. Um espírito medíocre, um carácter fraco expõe-no ao erro e ao desprezo. Nada disso importa! O seu valor, o valor de um homem é incomparavelmente superior ao da resultante mecânica das forças, à expressão de uma diferença entre dois totais.

Pouco que valha o seu carácter ou o seu espírito, ainda assim ele é um carácter, um espírito, é uma carne de homem, e a sua decisão representará humanidade, enquanto que o voto de 5 contra 2 ou de 4 contra 3 representa o conflito de 5 ou de 4 forças contra 2 ou 3 outras forças. As forças podem ser, nelas mesmas, pensantes, mas o voto que as exprime não pensa: quanto a ele, não é uma decisão, um juízo, um acto corrente e motivado, tal como o desenvolve e encarna o Poder pessoal de uma autoridade consciente, nominativa, responsável.


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Este poder julga em qualidade. Aprecia os testemunhos em lugar de contar as testemunhas.

Bem ou mal, é assim que ele procede, e este processo é, em si, superior ao processo de adição e subtracção.

Tendo interesse em saber a verdade afim de fazer justiça, ele encoraja uns, tranquiliza outros e por vezes não ouve senão um, se um só lhe parece digno de ser ouvido. Se for caso disso, ele defende-o contra as ciladas e as tentações dos poderosos. Este discernimento humano dos valores intelectuais e morais difere, como o dia da noite, do processo cego e grosseiro das democracias. A ideia de tudo reduzir a uma espécie de combate singular ou a uma batalha geral dos interesses em causa é uma regressão, reflecte sob uma força nova e muito menos bela, aqueles duelos judiciários de que os predecessores de S. Luís já se mostravam indignados.

Só a barbárie pode ter confiança nas soluções das maiorias e do número. A civilização faz intervir, sempre que possível, o discernimento da verdade, o culto do direito. Mas isso supõe que o Um, tomado por juiz e por chefe, se distingue das forças chamadas a ser arbitradas por ele. O soberano não é súbdito, o súbdito não é o soberano. Misturando-os, a democracia baralha tudo, complica tudo, retarda tudo, e a sua degressão devolve tudo aos mais baixos estádios do antigo passado.


FONTE

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Reportagem da TVI sobre imigração(com JPC e MM)


Reportagem especial da TVI, domingo dia 16 pelas 21H "Português Suave" depois do telejornal.

Com entrevistas a José Pinto-Coelho e Mário Machado.

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1º de Dezembro 2008


Como é habitual, o PNR celebrará o Dia da Restauração da Independência Nacional, a 1 de Dezembro de 2008, com ponto de encontro marcado às 16h na Praça dos Restauradores (Lisboa).
Segue-se uma marcha em direcção à Praça do Município, onde terá lugar um protesto contra a decisão da Câmara Municipal de Lisboa de retirar o cartaz de propaganda do PNR.
Serão dadas mais informações neste tópico e no site do PNR

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Sábado, Novembro 15, 2008

Agir localmente, pensar globalmente

Dentro de pouco tempo vai fazer quatro anos que me rendi a este “vício” da blogoesfera.
Desde o primeiro dia, alguns blogues foram para mim uma referência, um exemplo e um incentivo.
O Sexo dos Anjos fez sempre parte desse leque, que felizmente se mantêm activo na blogoesfera.
Mas, nestes dias, o Manuel Azinhal deu-nos mais uma lição, como operar em rede, como juntar na mesma “rede” todos aqueles que têm muito em comum.
Juntar um grupo de blogues e entrevistar os seus “proprietários” é uma lufada de ar fresco na blogoesfera nacionalista.
Dos últimos a ir a meças foi o Nonas, seguiu-se o Pena e Espada e coube a agora a vez a este vosso humilde escriba. Quanta honra de marchar junto a estes ilustres blogueres e junto aos outros que se vão seguir e que aqui faremos certamente eco.
Dou por bem empregue o tempo gasto na blogoesfera, com todos muito tenho aprendido. A todos o meu obrigado. Ao Manuel Azinhal um agradecimento especial pela deferência

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Do Presidente aos Nacionalistas | Novembro de 2008


A nossa luta, cheia de contratempos e dificuldades não é nem será nunca para pessoas pouco firmes, de modas, caprichos ou de entusiasmos efémeros. Muitos desses, por certo, serão nossos companheiros de caminho em certas etapas.
Mas a luta, o verdadeiro combate, faz-se contando apenas com a certeza dos incondicionais. Com os que estão na linha da frente. São um punhado de gente corajosa, generosa e impermeável ao desânimo. São os que em qualquer circunstância, boa ou má, não hesitam em dizer: Presente!

A luta Nacionalista é dura e trilha caminhos armadilhados, de risco constante e ataques sucessivos, vindos de fora e de “dentro”.
Este caminho só é percorrido por quem, alicerçado em vontade firme e camaradagem forte, o consegue trilhar, escrevendo as páginas da História Nacionalista e do PNR com dor e fortaleza, com constância e Fé.
A incerteza da luta e dos seus resultados é algo que está sempre presente em quem se guia por profundas convicções. Esse é justamente um dos aspectos que nos distingue dos carreiristas, aburguesados e instalados no conforto e na certeza de contrapartidas.

O "poder" ser militante e combatente nacionalista tem que estar diariamente acompanhado por um renovado “querer” sê-lo!
Esse “querer” afirmativo, desprendido, confiante e determinado não é compatível com birras, caprichos ou teimosias estéreis. Não cabe neste “querer” a tentação da crítica fácil, do “treino de bancada” ou de teorias que não passam de falsas desculpas para “justificarem” a falta de entrega.

O ano que se aproxima, mais do que nunca na História do PNR, vai precisar de sentir por parte dos militantes e apoiantes o verdadeiro sentido da afirmação “Presente”!
Vamos precisar de mobilizar mais ainda: candidatos, cabeças de lista, presenças nas campanhas de propaganda, nas mesas de voto…

Há certas horas na vida das instituições e das pessoas, nas quais, mais que nunca, as palavras não acompanhadas por actos se tornam mais vazias e desprezíveis. É nessas horas, sobretudo nessas, de provação ou de esforço, de risco ou de entrega, que se distingue entre quem diz e quem faz.
O PNR precisa não precisa de palavras, teorias ou promessas. Precisa de apoio e de actos.
A escolha cabe a cada um.

José Pinto-Coelho
15 Nov 2008

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Distribuição em Coimbra


Mais uma vez o PNR mostra-se activo e presente para combater o aumento da criminalidade que está a aumentar pelo nosso país.

Desta vez em Coimbra depois de os comerciantes da baixa, muito descontentes com o aumento da criminalidade contra o património, foram à sessão pública do executivo de Carlos Encarnação pedir ajuda para o grave problema que os atormenta.

O PNR não poderia ficar de braços cruzados face a esta situação e hoje os nacionalistas de Aveiro deslocaram-se a Coimbra para dar apoio na distribuição de panfletos contra a criminalidade.
Fomos muito bem recebidos pelos comerciantes e população, tendo algumas pessoas até ficando com mais panfletos para distribuir pelos amigos e familiares.

Para os interessados da zona de Coimbra aqui deixo os contactos.

Numero: 961488375
mail: PNRCoimbra@gmail.com

O nacionalismo não pára!

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Centro de Bioética reitera oposição à eutanásia

O Centro de Estudos de Bioética (CEB), em Coimbra, reiterou ontem a sua oposição à eutanásia, defendendo a necessidade de uma «rápida e total implementação» da rede de cuidados paliativos.
Num parecer a que agência Lusa teve acesso, a direcção do CEB preconiza uma «rápida e total implementação da rede de cuidados paliativos, certa de que a resposta a um (raro) pedido de eutanásia é a compassiva e total prestação de cuidados, de modo a que o doente terminal viva em paz a sua vida até morrer».
«Esta é, na verdade, a morte medicamente assistida a que todos temos direito», sublinham Jorge Biscaia, Daniel Serrão, António de Almeida e Costa, Michel Renaud e Vasco Pinto de Magalhães.
A posição conjunta sobre a eutanásia vai ser apresentada hoje em Coimbra num encontro comemorativo dos 20 anos do CEB e dos 80 anos de Jorge Biscaia que, a par com Daniel Serrão e outras personalidades, foi agraciado recentemente pelo Presidente da República com a Grã-Cruz da Ordem de Santiago de Espada, pelos seus trabalhos pioneiros na área da bioética em Portugal.
Intitulado “Eutanásia, uma questão persistente”, o parecer sublinha que «a vida humana é inviolável» e vinca que é «um dever inalienável do Estado e da sociedade tudo fazer para minorar a solidão e o sofrimento físico dos que precisam de acompanhamento humano de “consultas de dor” e de cuidados paliativos nas situações de doença grave ou de incapacidade prolongadas».
«O papel dos profissionais de saúde é o de proporcionar aos doentes toda a atenção necessária para poder dar-lhes uma vida com qualidade», preconizam.
Segundo o documento, «a morte provocada a uma pessoa, a seu pedido, tem sido apresentada, por alguns, como expressão de compaixão por quem sofre e como sinal de respeito pela autonomia do doente terminal».
«Ao contrário desta ideia que tentam banalizar, pertencemos ao grupo claramente maioritário para quem é inaceitável matar um doente seja qual for a explicação que se pretenda dar para essa morte provocada», sublinham os especialistas em bioética.
Na sua óptica, «o mais importante é fornecer-lhe todos os cuidados, de modo a tratar a dor e outros sintomas, de forma a proporcionar-lhes uma vida com qualidade, até ao fim natural».
«Para tal, urge implementar o direito de acesso a bons cuidados paliativos, como de resto existem já em Portugal, infelizmente em número claramente não suficiente para quem deles necessita», vincam.
A proibição da eutanásia na lei «justifica-se pela protecção de um bem fundamental, que é o da vida do doente», sustenta o Centro de Estudos de Bioética.
«Defende ainda o paciente de possíveis abusos de uma hipotética autorização para matar a pedido, mesmo quando ela não existe como tem sucedido na Holanda (eutanásia involuntária de doentes adultos e mesmo de menores), adianta.
Para a direcção do CEB, «essa protecção é exigida pela ética médica, que seria gravemente comprometida se o papel dos médicos e dos enfermeiros que com eles colaboram, como garantes da defesa da vida, se transformasse no de prestadores oficiais da morte».
«Entre as questões éticas respeitantes à vida humana, a eutanásia permanece sempre actual (…) Entre nós, num destes surtos cíclicos de abordagem da questão, o problema tem sido ultimamente de novo agitado, não faltando sequer propostas fracturantes», lê-se ainda no documento.

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Sexta-feira, Novembro 14, 2008

BASTA DE CRIMINALIDADE


Amanhã o PNR vai efectuar uma acção de panfletagem na baixa de Coimbra.
Vamos assim mostrar aos comerciantes e ao povo de Coimbra que fazemos nossa a sua causa.
Perante a indiferença das autoridades e a traição da Associação de Classe o partido nacionalista vai dizer presente.

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Jobs for the boys ?


Um concurso, aberto há um mês, para preenchimento do lugar de secretário, está a embaraçar o Governo Civil de Coimbra (GCC), apurou o “Campeão”.
Á mulher de César não lhe basta sê-lo é preciso parecê-lo. Mas os políticos do sistema perderam completamente a vergonha, permitindo que a sombra da duvida os embarace.

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Quinta-feira, Novembro 13, 2008

Democratas


PT ameaça expulsar os deputados Luiz Bassuma (BA) e Henrique Afonso (AC) porque são contrários à aprovação do aborto no Brasil.
No Brasil como em Portugal a democracia dos comunistas pode ser avaliada neste pequenos gestos de tolerância.

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Larápios semearam destruição no Santuário do Mont´Alto


Os “amigos do alheio” visitaram o Santuário do Mont´Alto, localizado a escassos três quilómetros da vila de Arganil, e causaram estragos que ultrapassam as várias centenas de euros. Desolado, o cónego Manuel Martins contou ao nosso Jornal que os assaltantes arrombaram as três portas do edifício, nomeadamente a porta da torre, a porta lateral - usada para o serviço habitual do Santuário, - e a porta da sacristia, que dá para o exterior do templo, tendo as duas últimas ficado totalmente inutilizadas.
Já vai sendo um lugar comum e neste blogue, noticias deste género, como já dissemos outrora era raro aparecerem, agora e graças a promoção dada pelo novo código nunca abrimos os jornais da zona sem sermos confrontados com a triste realidade.
Mas este assalto ganha outros contornos, porque esperamos que à semelhança de um certo cemitério de uma outra crença religiosa, também os altos dignatários deste país façam uma visita ao santuário, devidamente aparamentados para demonstrar a sua solidariedade

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ACR Seixo comemora 28 anos


No sábado dia 15 de Novembro, pelas 21h00, a Associação Cultural e Recreativa do Seixo celebra o seu 28º aniversário com um Concerto a realizar no salão Paroquial com a actuação do Grupo de Instrumentos de Sopro de Coimbra.
Foram 28 anos de um percurso, com alguns momentos de desânimo e de dificuldades, mas com muitos êxitos, muitas alegrias, muito envolvimento. A cultura, o desporto, a identidade das gentes, nas vertentes de competição, de formação ou de lazer no Seixo, têm a marca da Associação. Por tudo isto e para todos aqueles que nestes tempos foram timoneiros no Teatro, no Rancho ou no Futebol, muitos parabéns.

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SÓ FITAS SÓ CAPAS



Com um abraço para o meu amigo e camarada Mário, com a esperança de o rever no Encontro de Blogues.

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Quarta-feira, Novembro 12, 2008

Grupo Vector


O Grupo Vector é um grupo autónomo de nacionalistas do Instituto Superior Técnico. Quer isto dizer que são estudantes nacionalistas independentes de qualquer organização. Alguns nem sequer estão ligados a grupos no exterior do instituto. Num ambiente universitário cada vez mais uniformizado, formatado e resignado, une-os o sentimento nacionalista e o inconformismo de quem quer ter uma palavra a dizer no rumo da vida universitária.
Sobre este grupo destacamos a entrevista que recentemente deram ao portal de informação No- Media e este interessante texto sobre Bolonha.
Sabemos que este blogue é visitado por muitos estudantes universitários que saibam tirar deste texto as devidas elações e que comecem a organizar-se e a intervir na Universidade e nos Estabelecimentos de ensino Superior da Luísa Atenas.

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Ourivesaria de Soure assaltada em minutos


Caçadeira de canos serrados foi argumento suficiente para obrigar a abrir o cofre, tendo “desaparecido” cerca de 100 mil euros em ouro.
De salientar aquilo que já começa a ser um lugar comum nestas noticias a preocupação dos jornalistas em mostrar que pelo menos um assaltante era português.
Quando é preciso esconder dos portugueses que a imigração descontrolado tem contribuído e muito para o aumento da criminalidade ou nada se refere ou são jovens, neste caso importava referir que também existem criminosos portugueses ou que falam português.
Os nossos criminosos devem começar a ser punidos coisa que o sistema não sabe ou não quer fazer. Os estrangeiros devem também passar pelo mesmo sistema e depois de cumprida a pena expulsos do país e que façam boa viagem.

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Mouzinho de Albuquerque

Terça-feira, Novembro 11, 2008

Vida de Estudante Custa !!!!!!!!


Pois é para muitos a vida de estudante limita-se a três simples pontos .... farra, farra e mais farra....Contudo nem sempre é assim, gostaria de deixar aqui bem claro que nos dias que correm , e com todos os apoios e mais alguns, com programas e inovações por parte do governo estudar hoje em dia continua a ser uma jornada selvagem por entre propinas , material escolar, habitação , alimentação , e outras necessidades .... (não incluindo os gastos no álcool porque em tempo de guerra até as marcas de cerveja e vinho entram em crise) ... O que apenas pretendo é mostrar é que são os estudantes que suportam e irão suportar muitos sistemas em Portugal ... Como estudante penso que os apoios são mínimos tendo como único objectivo e em muitos casos os endividamentos das famílias .... Faculdades mal geridas , dinheiro para o bolso de muitos , propinas com preços de apartamentos, assim vamos formar estudantes endividados mesmo antes de começarem a sua vida laboral .... É INADMISSÍVEL ESTUDANTES DA "CLASSE ALTA" terem bolsas exorbitantes enquanto quem mais precisa têm bolsas mínimas ... o ensino é cada vez mais desigual em Portugal ao contrário do que o governo quer fazer transparecer ....

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Ovos de Fafe


Alunos da Escola Secundária de Fafe atiraram hoje ovos ao carro da ministra da Educação, numa manifestação que levou Maria de Lurdes Rodrigues a desistir de presidir a uma cerimónia de entrega de diplomas, disse fonte policial.
A sinistra ministra mais uma vez pode comprovar que estudantes e professores estão plenamente de acordo com as reformas que está a implementar.

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Penela revive tradições


O lugar de Rabaçal, em Penela, vive no próximo fim-de-semana um "Show Rural", que inclui uma tibornada, uma matança de porco e um magusto.
O evento pretende transmitir algumas tradições rurais de gastronomia regional, como a tibornada no lagar de azeite, a socialização na matança do porco e o assado de castanhas acompanhado da jeropiga e do vinho novo.
No sábado, realiza-se um mercado de agricultura familiar e tradicional, seguido do magusto.
No domingo, decorre a "prova de porco regional", abertura de Pipo de Água-Pé, e a tibornada, uma espécie de "fondue" com batatas e bacalhau, que custa sete euros por pessoa e é a única actividade paga.

15 Novembro
14H00 - Mercado da Agricultura Familiar e Tradicional
Local: Rua da Igreja – Rabaçal

17H00 - Magusto / Abertura de Pipo de Água – Pé
Local: Rua da Igreja – Rabaçal

16 Novembro
13H00 - Tibornada no Lagar de Azeite
- Prova de Porco Regional
- Abertura de Pipo de Água – Pé
Local: Lagar de Agrirabaçal – Rabaçal


As inscrições deverão efectuar-se na Câmara Municipal de Penela, no Gabinete de Desenvolvimento Rural.
O preço da actividade é de 7 euros e para a tibornada também, sendo grátis as restantes actividades.

Contactos:
Município de Penela
Gabinete de Desenvolvimento Rural
Tel. 239 560 120 Fax. 239 560 400
Email: joao.amilcar@cm-penela.pt

Turismo
Tel.239 561 132
Email: turismo@cm-penela.pt


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Ao cuidado do Sr. vereador Sá Fernandes

No sábado, em Lisboa: encontro na SHIP


No próximo Sábado, dia 15, vai ser apresentado no Salão Nobre da SHIP, - Largo de São Domingos, 11, Lisboa - às 17h, pelo nosso Ten.-Coronel Brandão Ferreira, o livro memorialístico da autoria de Rogéria Gillemans ("Longe é a Lua") que "narra a vida de uma família de Luanda, desde os anos quarenta até Outubro de 1975", e que é uma declaração de amor pela ex-província ultramarina de Angola, recordando e descrevendo vivências que fizeram História.
É, também, um real e violento testemunho denunciador dos acontecimentos que culminaram na trágica, vil e traidora "descolonização exemplar" que vitimou Portugal a 25 de Abril de 1974 às ordens do Club Bilderberg.

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I Encontro de Blogues Nacionalistas



CANTANHEDE DIA 29 DE NOVEMBRO


Muitos blogues publicitaram o encontro e também muitos tem manifestado intenção de participar.
Neste momento impõe-se que se procure uma sala, onde para além do almoço possamos confraternizar e trocar algumas ideias. Como devem compreender, necessitamos saber quem realmente vem, para podermos começar a avançar os números ao proprietário do restaurante.
Por email, por telemóvel ou simplesmente deixando um comentário, vamos começar a receber inscrições, prometendo publicar a lista aqui no blogue.
Lanço novamente o apelo para que continuem a divulgar a iniciativa, certeza que Cantanhede saberá receber todos de igual maneira e o melhor que pode e sabe.

Emai: vitorramalho1@gmail.com

Telemóvel: 961488375

Blogues que já confirmaram a presença no Encontro


COIMBRA TERRA PORTUGUESA
A CIDADE DO SOSSEGO
PORTUGAL NAÇÃO VALENTE
TERRA PORTUGUESA

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Segunda-feira, Novembro 10, 2008

Recolha de Brinquedos


Informamos todos os camaradas que estamos a realizar uma recolha de brinquedos com o objectivo de apoiar este Natal instituições infantis.
Todas as ajudas serão bem-vindas, aos interessados pedimos que nos contactem via email vianatp@gmail.com

Esta acção estará a decorrer, e será distribuída na zona Norte do país.

Mesmo com a distância poderá sempre divulgar esta mensagem até que chegue a todo o Norte.

As crianças mais desfavorecidas agradecem.

O sucesso desta acção depende de todos!

FONTE

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Movimentos de professores mantêm manifestação para sábado em Lisboa


Dois movimentos de professores mantêm a convocatória de uma manifestação para Sábado, em Lisboa, contra o processo de avaliação e pela necessidade de pôr fim ao memorando de entendimento assinado pela Plataforma Sindical com o Ministério da Educação.

Em comunicado hoje divulgado, a Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino (APEDE) diz que a manifestação, que será também organizada pelo Movimento Mobilização e Unidade dos Professores (MUP), ganhou uma "legitimidade acrescida" depois da ministra da Educação ter reagido à manifestação de sábado [organizada pelos sindicatos e que, segundo os organizadores, juntou cerca de 120 mil docentes] como se fosse um pormenor irrelevante".

"A manifestação do dia 15 de Novembro, iniciativa que surgiu no seio dos professores (...) ganhou hoje uma legitimidade acrescida. Quando a Ministra da Educação reage ao enorme protesto que os professores fizeram hoje desfilar nas ruas de Lisboa como se 120 mil docentes em luta fosse um pormenor irrelevante, mostra que a nossa contestação não pode parar a 8 de Novembro", refere o comunicado, escrito sábado mas divulgado hoje.

Estas duas estruturas referem também que os movimentos independentes de professores "têm razão quando exigem da Plataforma Sindical a denúncia do memorando de entendimento que assinaram com o Ministério da Educação", "esse documento que a ministra continua a esgrimir para condicionar os sindicatos e a própria luta dos professores".

APEDE e MUP defendem uma "ruptura clara" com o acordo, considerando este outro "motivo fortíssimo para os professores regressarem às ruas de Lisboa no próximo Sábado".

Na opinião das duas estruturas, "o combate dos professores, no momento político que hoje se vive em Portugal, já não é apenas uma luta centrada nos alvos já conhecidos (...) é hoje também uma luta contra o autoritarismo que se apropriou das formas de governação, ao reduzir os cidadãos a executores passivos de políticas que eles mesmos não aceitam".

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Manifestação contra o museu da "tolerância"


Centenas de manifestantes palestinianos de Jerusalém participaram no passado dia 6 numa marcha de protesto junto à porta de Jaffa contra o projecto de construção de um "museu da tolerância" a ser edificado num cemitério muçulmano histórico onde estão sepultados, entre outros, os companheiros do profeta Maomé.
Quatro anos de luta por parte dos palestinianos tinham levado em 2006 ao embargo da obra, que acaba de ser autorizada, em 31 de Outubro, pelo tribunal supremo israelita.
O Centro Simon Wiesenthal está na origem do projecto, aprovado pelo governo israelita. Antes do embargo, vários esqueletos deste cemitério muçulmano já tinham começado a ser exhumados sem qualquer autorização, o que vai agora continuar a ser feito.
Este é mais um exemplo da "tolerância" de Israel que, ao longo dos anos, já transformou vários lugares históricos islâmicos de Jerusalém em lixeiras, parques de estacionamento e outras construções, numa tentativa de judaização de Jerusalém e de negação da sua herança cultural muçulmana.

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Porreiro pá


Cerca de 70% do que comemos vem do estrangeiro. A "forte e preocupante" dependência externa foi um dos temas do 3.º Colóquio Nacional de Horticultura Protegida, que decorreu na Póvoa de Varzim.

Comprovado o "falhanço da economia de mercado", os horticultores reclamam regulação e incentivos, que lhes permitam competir nos mercados estrangeiros. "Até há poucos anos, tínhamos uma auto-suficiência alimentar de 70%. Neste momento, dependemos em 70% do exterior. Se nos cortarem as importações, não temos o que comer", frisou Manuel Soares, o presidente da Associação Portuguesa de Horticultores (APH), que, com a Horpozim - Associação de Horticultores da Póvoa de Varzim, organizou o encontro, que reuniu 200 produtores, empresários e investigadores.

A APH surgiu, em 1976, numa altura em que a horticultura em estufa surgia forte no Algarve e Estremadura. Volvidos 30 anos, a União Europeia trouxe a "invasão" de produtos espanhóis. O Algarve entrou em declínio. A Estremadura estagnou. "Quase por milagre" surge o Norte, hoje com "maior potencial de crescimento, mais capacidade para inovar e muitos horticultores jovens, que garantem continuidade". Só na Póvoa, a Horpozim tem 600 sócios, todos produtores. No concelho, as estufas surgiram como forma de incrementar a produção, face à falta de espaço para cultivo.

A fechar o colóquio, um dos temas mais polémicos: a distribuição. "Quem produz é mal remunerado. Quem compra, compra caro e, no meio, há toda uma cadeia que só transporta e leva as mais-valias. "Temos que ser um só, desde o viveirista ao produtor e ao comercial. Só assim conseguiremos sobreviver", rematou o presidente da Horpozim, Carlos Alberto Lino.

FONTE

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Domingo, Novembro 09, 2008

MacObama

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