Foi desenterrada na Turquia uma estátua colossal do imperador Marco Aurélio


Sagalassos (actual Ağlasun, na Turquia), em escavações há 12 anos, foi novamente palco de uma grandiosa descoberta: foi desenterrada a cabeça de uma grande estátua do imperador romano Marco Aurélio. Só a cabeça tem 90 centímetros de comprimento, diz a AFP. A estátua completa, em mármore talhado, teria 4,5 metros de altura. Foi a terceira grande estátua a ser desenterrada no local. Há um ano, a equipa de arqueólogos liderada por Marc Waelkens, da Universidade Católica de Lovaina, na Bélgica, descobriu fragmentos de uma estátua do Imperador Adriano, e no mês passado desenterraram a cabeça e um braço de Faustina, a Velha, mulher do Imperador Antonino Pio. A descoberta da estátua de Marco Aurélio veio confirmar a suspeita de que esta zona dos balneários (o frigidarium, a sala maior e mais fria das termas) romanos terá albergado os Cinco Bons Imperadores, e que as divisões em redor desta divisão terão contido as estátuas de toda a dinastia Antonina – líderes de origem espanhola que governaram o Império Romano durante o século II a.C. As pernas e o braço da estátua do imperador estavam a ser desenterrados há meses, mas foi a descoberta da cabeça, no dia 20, que permitiu identificar a sua identidade. Segundo Waelkens, a cabeça colossal, com pouco menos de um metro de altura, tem a barba e os olhos salientes característicos de Marco Aurélio. Os pupilos ficaram a admirá-la “como que em profunda contemplação, adequada a um imperador que foi mais um filósofo do que um soldado”, afirmou o arqueólogo. Marco Aurélio é lembrado, ainda hoje, pelos seus escritos, e como um dos maiores filósofos estóicos. Pela sua contribuição ao Império Romano, é considerado um dos Cinco Bons Imperadores. Reinou de 161 a 180 a.C.

(Fonte: Público)

Descoberta cabeça colossal de imperatriz romana no sudoeste da Turquia

Arqueólogos encontraram na Turquia a cabeça de mármore colossal de uma imperatriz romana.
De acordo com os indícios encontrados, os especialistas acreditam que a peça mostre o rosto de Faustina, a Velha, que foi casada com o imperador Antonino Pio.
A cabeça foi desenterrada de um sítio arqueológico na antiga cidade de Sagalassos, no sudoeste da Turquia, onde, no ano passado, foi encontrada uma estátua gigante do imperador romano Adriano.
A peça de mármore foi encontrada a apenas seis metros de onde a estátua de Adriano foi retirada.
O rosto de Faustina estava virado para baixo, enterrado nas ruínas de termas romanas parcialmente destruídas por um terramoto entre os anos 540 e 620 d.C.
Sagalassos era um centro urbano importante do império romano, mas foi abandonado após ter sido atingido por vários abalos sísmicos.
A equipa liderada pelo arqueólogo Marc Waelkens, da Universidade Católica de Leuven, na Bélgica, tem escavado o local desde 1990.
No início, os arqueólogos suspeitaram que se tratava de uma estátua da mulher de Adriano, Vibia Sabina. Mas ao virarem a cabeça, perceberam que a peça tinha feições muito diferentes das descrições de Sabina.
Segundo os especialistas, tudo indica que a cabeça retrate Faustina, que viveu um casamento de 31 anos com o sucessor e filho adoptivo de Adriano, Antonino Pio.
A imperatriz era muito respeitada principalmente devido a seus trabalhos de caridade.
Há relatos de que depois de sua morte, em 141 d.C, o seu marido a tenha venerado como deusa.
O local onde as estátuas de Faustina e Adriano foram encontradas era provavelmente um frigidarium, um sala com uma piscina de água fria.
O sítio arqueológico faz parte de um complexo de termas que está a ser escavado.

(Fonte: BBC)

Importantes descobertas arqueológicas no Mar de Mármara

As obras para a construção do canal de Mármara, um túnel ferroviário que ligará daqui a alguns anos os dois lados de Istambul, na Turquia, permitiu a descoberta de achados de várias épocas históricas da antiga Constantinopla. Esses achados datam do Período Neolítico, Bizantino e Otomano e incluem, entre outros, um cemitério de navios do Período Bizantino, um porto do século IV e um troço de 50 metros das antigas fortificações de Constantinopla nunca antes encontradas.
Mais de 70 arqueólogos e 700 funcionários trabalham dia e noite nas escavações iniciadas há quatro anos.
"O projecto de Mármara é financiado por um único banco japonês preocupado com a preservação do património”, afirmou Aksel Tibet, citado pelo jornal “Le Monde”, arqueólogo do Instituto Francês de Estudos da Anatólia que participou num relatório dirigido à UNESCO com o objectivo de medir o impacto deste canal.
O director das escavações, Metin Gökçay, não sabe quando terminarão os trabalhos porque todos os dias surgem novos achados.
No local dos trabalhos podem ver-se os materiais exumados nos últimos dias: moedas, pedaços de cerâmica e de ossos empilhados em várias caixas. Os objectos são de seguida lavados, triados, identificados e finalmente classificados.

Um simpósio está a ser organizado por equipas de investigadores para apresentar os resultados destas escavações levadas a cabo desde 2004 e que vêm trazer uma nova abordagem sobre a história da actual Istambul. Entre as maiores descobertas destacam-se um vasto complexo de cerâmicas, em Sirkeci, no lado europeu, e uma capela bizantina mencionada nos textos antigos, em Üsküdar, no lado asiático. Mas o mais impressionante foi um porto de comércio importante, o “Eleutherion”, fundado no reinado de Teodósio I no século IV. “É um dos lugares arqueológicos náuticos mais importantes de todos os tempos”, afirmou James Delgado, do Instituto de Arqueologia Subaquática da Universidade do Texas, citado pelo "Le Monde". No local é possível observar-se a base de um farol, de um cais, uma igreja do século XII, assim como os restos de pelo menos 31 navios bizantinos, datados do século VI ao século XI. Gökçay estima que uma dezena de outras embarcações ainda se encontrem soterradas. "São o tipo de embarcação que só conhecíamos através de documentos”, precisou Aksel Tibet. No interior desses barcos foram encontradas dezenas de ânforas intactas, mercadorias de toda a espécie, sapatos, utensílios de cozinha, objectos que enriquecem consideravelmente o conhecimento da história da cidade. “Era um dos portos mais importantes da cidade. [A descoberta permite] um avanço na compreensão das ligações e dos recursos comerciais entre o Império Bizantino e o resto do mundo”, explica Gökçay. O objectivo é abrir um museu próximo do lugar para apresentar as descobertas.



A presença de um porto situado a mais de 400 metros da actual costa do mar de Mármara tem intrigado os geólogos. Segundo um desses estudiosos, Doğan Perinçek, o "Eleutherion" terá sido submergido por um ou dois tsunamis que engoliram navios e os seu carregamentos. Um cenário que poderá voltar a repetir-se, uma vez que a região de Istambul é atravessada por uma importante falha sísmica.

(Fonte: Público)

O Pai Natal nasceu e viveu na Turquia


São Nicolau nasceu e viveu na Turquia, e é a figura que serviu de inspiração ao famoso ícone do Pai Natal.

Nasceu na segunda metade do século III, na aldeia grega de Patara, no sudoeste da Lícia, actualmente localizada na província de Antália, na costa sul da Turquia. Faleceu no dia 6 de Dezembro de 343.
Existe um grande número de relatos e histórias sobre São Nicolau, sendo difícil separar os dados autênticos das abundantes lendas que foram criadas em seu redor.
É o santo padroeiro da Rússia, da Grécia, de Barranquilla (Colômbia), de Bari (Itália), de Amesterdão (Holanda) e de Beit Jala (West Bank - Palestina).
É o patrono dos marinheiros, comerciantes, arqueiros, crianças e estudantes, na Grécia, Bélgica, Bulgária, Geórgia, Rússia, Macedónia, Eslováquia, Sérvia e Montenegro.
Foi bispo de Mira, actualmente vila de Demre, na província de Antália, na Turquia. Terá tido vocação religiosa desde a infância, dedicando toda a sua vida ao cristianismo. Consta que cumpriu os jejuns canónicos das quartas-feiras e sextas-feiras, mesmo durante a infância, não se amamentando do leite materno durante esses dias. Quando os seus pais morreram, recebeu uma herança e terá abdicado dela em benefício dos pobres. Tinha reputação de oferecer prendas de forma secreta, devendo talvez a esse facto a sua identificação com o Pai Natal.
Em 1087 os seus restos mortais foram levados para Bari no sul de Itália, sendo por isso também conhecido como São Nicolau de Bari. É venerado entre os cristãos católicos e ortodoxos.
Pensa-se que as suas primeiras acções como padre ocorreram durante a perseguição aos cristãos no reinado dos imperadores Diocleciano (284-305) e Maximiano (286-305). Galério (305-311)continuou a perseguição até 311, ano em que proclamou um édito de tolerância antes de morrer. Licínio (307–324) foi mais tolerante para com os cristãos e a comunidade cristã difundiu-se e desenvolveu-se. Terá sido neste período que Nicolau se tornou o bispo de Mira. Consta que foi amado e respeitado pela sua comunidade devido às suas actividades caridosas. É-lhe atribuída a destruição de vários templos pagãos, entre eles o templo de Ártemis. Participou no primeiro Concílio Ecuménico de Niceia (actual İznik, na Turquia) em 325, onde se insurgiu contra o Arianismo.


São-lhe atribuídos diversos milagres, aparições e está envolto em inúmeras lendas, o que contribuiu muito para a sua fama e popularidade ao longo dos tempos. Entre outros atributos, é conhecido por defender os inocentes, evitando que fossem executados, e pela sua intercessão na defesa dos marinheiros e outros viajantes.
A veneração popular de Nicolau como santo, parece ter começado relativamente cedo. Justiniano I, imperador do Império Romano do Oriente de 527 a 565, construiu uma igreja em sua honra em Constantinopla, actual Istambul.
A 26 de Agosto de 1071, Romano IV, imperador do Império Romano do Oriente entre 1068 e 1071, enfentou o sultão Alp Arslan dos Turcos seljúcidas (1059-1072) na batalha de Manzikert. A batalha terminou com a derrota e captura humilhante de Romano. Como resultado, o império perdeu temporariamente o controlo de maior parte da Ásia Menor para os Turcos seljúcidas. Voltaria a ganhar o controlo da Ásia Menor durante o reinado de Alexius I Comnenus (1081–1118), mas logo no início do seu reinado, Mira foi capturada. Aproveitando-se da confusão, marinheiros de Bari, apoderaram-se dos restos mortais do santo, apesar da resistência dos monjes ortodoxos, e levaram-nos para Bari, em Apúlia (Itália), em 9 de Maio de 1087.
Existem outros relatos sobre as suas relíquias. De acordo com uma lenda local, os seus restos terão sido levados por três peregrinos para uma igreja que tem o seu nome, Nikolausberg, nos arredores da cidade de Göttingen, na Alemanha. Também existe uma lenda veneziana que relata que os seus restos foram levados para Veneza, onde lhe foi dedicada uma igreja. Também é defendido que alguns dos seus restos estão perto de Thomastown, uma cidade da Irlanda. No entanto, é certo que a maior parte dos seus ossos estão conservados em Bari, tendo sido medidos e fotografados por uma equipa de cientistas nos finais dos anos cinquenta do século XX.
Na Idade Média, São Nicolau foi venerado com celebrações em sua honra e com a construção de várias igrejas, dando nome mais tarde a aldeias que foram sendo criadas em torno dessas igrejas. Contrariamente à maior parte dos santos desse período que morreram pela fé muitas vezes de forma cruel e violenta, viveu pacificamente durante largos anos.


Actualmente, São Nicolau é ainda celebrado como grande doador de prendas em muitos países da Europa Ocidental. Há notícia de que na Idade Média, durante a noite de 6 de Dezembro, freiras depositavam secretamente cestos de comida e roupa às portas dos necessitados. Também se conta que a 6 de Dezembro, cada marinheiro ou ex-marinheiro dos Países Baixos se deslocava às vilas portuárias para participar numa missa em honra de São Nicolau. No regresso, paravam numa das muitas feiras em honra de São Nicolau para comprar produtos difíceis de encontrar noutras alturas, prendas para os seus familiares e amigos e para as crianças. Enquanto que algumas das prendas eram só oferecidas no Natal, pequenas lembranças para as crianças eram dadas de imediato para celebrar esse dia em honra de São Nicolau. Este facto e o milagre que lhe é atribuído de ressuscitar três crianças, tornou-o o santo patrono das crianças e, mais tarde, também dos estudantes.
Com a sua associação moderna ao Natal, São Nicolau também é o santo patrono do Natal, assim como dos penhoristas. Também é o patrono da Guarda Varangiana dos imperadores bizantinos, que protegeram as suas relíquias em Bari.
São Nicolau é muito venerado pelos Russos, que dizem que "Se Deus morrer, pelo menos ainda temos São Nicolau".
A representação de São Nicolau é muito frequente na iconografia ortodoxa, particularmente russa, sendo representado como um bispo ortodoxo, com barba branca. Por ser patrono dos marinheiros, ocasionalmente também é representado num barco ou a salvar um marinheiro.


Na iconografia católica, São Nicolau é representado como um bispo. O episódio do milagre das três crianças é comemorado com a representação do santo a segurar três pulseiras, três moedas ou três bolas de ouro. Dependendo do tipo de representação, como santo patrono das crianças ou dos marinheiros, as suas imagens são complementadas com um fundo que pode conter barcos, crianças ou três figuras a sairem de um barril de madeira, representando as três crianças que ressuscitou.

O aniversário da sua morte (6 de Dezembro) transformou-se na data da sua celebração, tradicionalmente comemorada, principalmente no norte da Europa, como um festival para crianças, com oferta de presentes que eram depositados nos sapatos das crianças. Esta tradição advém da sua reputação de oferecer presentes. Contudo, a história da festa de São Nicolau é complexa e reflecte conflitos entre Protestantismo e Catolicismo. Como São Nicolau é um santo canonizado, Martinho Lutero substituiu o festival que estava a ser associado com o Paganismo, por uma celebração na véspera do dia de Natal. As celebrações do dia de São Nicolau ainda se mantêm entre muitos protestantes, embora a uma escala muito menor do que no Natal. Actualmente, as crianças, principalmente as de origem alemã, ainda colocam um sapato do lado de fora da porta do seu quarto na véspera do dia de São Nicolau, esperando encontrar rebuçados, moedas e pequenas prendas no dia 6 de Dezembro. A Holanda protestante ainda mantém uma grande tradição da festa de São Nicolau. No entanto, muitos católicos adoptaram a celebração de São Nicolau na véspera de Natal.

Igreja de São Nicolau em Demre, Antália - Turquia

São Nicolau foi enterrado em Mira (actualmente Demre) após a sua morte, e terá sido construída uma igreja para albergar o seu túmulo não muito tempo depois. Essa igreja terá sofrido fortes danos provocados pelo terramoto de 529 e terá sido reparada no século VI pelo imperador Justiniano. Foi danificada pelas incursões árabes do século VII e foi reconstruída no século VIII, mantendo essa estrutura até aos dias de hoje.
Depois da sua morte, São Nicolau tornou-se o santo patrono dos marinheiros e muitos peregrinos vieram visitar a sua sepultura. A igreja sofreu outro ataque árabe em 1034 e foi restaurada em 1043 pelo imperador Constantino IX. Nessa altura foi construído um mosteiro nas redondezas. Em 1087, um grupo de mercadores italianos abriu o sarcófago do santo e roubou as suas relíquias levando-as para Bari, em Itália, onde foram colocadas na catedral.

Em meados do século XIX, a igreja de São Nicolau estava em muito más condiçöes. Foi restaurada parcialmente, em dois momentos, por duas equipas de nacionalidade russa. A torre sineira terá sido adicionada nessa altura.


A igreja de São Nicolau funciona como museu e só é utilizada para serviços religiosos uma vez por ano para a celebração do dia de São Nicolau, a 6 de Dezembro. As celebrações ecuménicas começam com a liturgia ortodoxa grega, prosseguindo com a participação de clérigos ortodoxos, católicos e protestantes. O arcebispo de Bari, onde se encontram as relíquias de São Nicolau, também é representado.
O simpósio Internacional de São Nicolau tem lugar em Demre todos os anos no princípio de Dezembro.

A cidade antiga de Metropolis


Achados significativos de época romana foram encontrados durante a campanha de escavações deste ano na cidade antiga de Metropolis, localizada na vila de Torbalı, na província de Izmir.
Os achados, nomeadamente 10 pequenas áreas de povoamento com vestígios de estruturas, apresentam datações entre o século XIII a.C. e o século VI d.C.
De entre as numerosas peças encontradas, destacam-se as do período romano, nomeadamente anéis, moedas, medalhas e esculturas, o que aponta para uma desenvolvimento significativo da cidade de Metropolis durante esse período.


As escavações arqueológicas na cidade antiga de Metropolis tiveram início em 1989.
A fundação de Metropolis recua ao ano de 725 a.C. e o seu nome advém do templo da deusa-mãe Meter Gallesia, encontrado na área da cidade.
Durante as várias campanhas foi descoberto um teatro, que constitui uma das mais antigas construções de pedra da Anatólia, uma estrada para pedestres, dois edifícios habitacionais e termas romanas.


As escavações do ano passado centraram-se na acrópole da cidade, construída numa colina.
Várias pedras rectangulares, colunas e epitáfios recolhidos durante as escavações da acrópole, indicam que Metropolis foi o segundo povoado da Anatólia, a seguir a Bodrum, a albergar um templo de Ares, o Deus da guerra na mitologia grega.
A campanha deste ano centrou-se na área em redor da acrópole. O director da escavação diz existirem duas portas na acrópole e que o objectivo é averiguar a relação entre ambas. Acrescentou que vários objectos foram descobertos em relação com o templo de Ares. “Templos de Ares são raros na Anatólia. Pensa-se que existe um em Bodrum, embora não exista nenhuma evidência física do mesmo. A acrópole de Metropolis alberga um templo de Ares, mas em Metropolis existe uma evidência. Descobrimos vários silhares de pedra com nomes inscritos, assim como colunas e epitáfios relacionados com um templo de Ares, o que sugere a existência de um templo de Ares na acrópole. Contudo, ainda não sabemos a sua localização exacta”. Acentuando a importância da existência de um templo de Ares numa cidade relativamente pequena como Metropolis, acrescentou: “o templo de Ares é um achado arqueológico raro. Ares é um Deus da guerra. Parece irónico ele ser o patrono de uma cidade pequena como Metropolis. Para Metropolis, contudo, Ares significou algo diferente. Ares era o Deus protector da cidade e não um Deus que lidera uma guerra”.
Segundo o director da escavação, ainda só foi escavada uma pequena parte da cidade. “Até agora descobrimos um teatro, uma estrada para pedestres, um complexo de termas romanas e habitações. Encontramos ainda 40 grutas destinadas ao culto da deusa-mãe”.


A cidade de Metropolis pode ser visitada nos dias úteis entre as 9 e as 19 horas.